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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Politicando II

Diante dos escândalos da lava jato, o rombo que os cofres públicos federais e do governo do estado estão atravessando é assustador, se ainda não bastasse o pagamento parcelado do salário dos servidores públicos no estado, refletindo em cheio aos cofres municipais, com atrasos nas verbas destinadas as prefeituras, cortes tanto do governo estadual como federal. O que quero dizer que do jeito que está todo este processo, fica muito difícil para as prefeituras governarem, vejo um discurso de que vão solucionar o problema do desemprego em Santigo da noite para o dia, com que dinheiro, se o estado não investe nem em seus programas, paga salários parcelados e o governo federal declara o seu maior déficit. Acredito ser leviano promessas de grandes investimentos em um momento de tamanha crise nos governos federais e estaduais, onde os maiores prejudicados são os municípios onde as arrecadações municipais não são auto suficiente para sanar todas as suas necessidades.
Fazer promessas contando com apoio do governo do estado do Rio Grande do Sul que já sabemos está falido e governo federal que só Deus sabe quando vai retornar seus programas de investimentos, considero muito imaturo, o que temos de real são nossas arrecadações locais e com elas fazer o melhor possível, porque o governo estadual e federal além de atrasos nos repasses no momento, fica muito difícil acreditar em tamanha generosidade para com os municípios.

Com que dinheiro será comprida tais promessas? Por isso acredito que a capacidade técnica e pés no chão fazem a diferença, contar com o apoio de quem não tem dinheiro em caixa para pagar salários em dia dos servidores, não é um plano de governo é apenas promessas, não precisamos de promessas, precisamos sim, administrar dentro de uma nova realidade política em todas as esferas, mantendo o que já foi feito e tecnicamente com preparo buscar mecanismos reais para se desenvolver, não contar com quem mais nos tira do que nos repassa, precisamos nos conscientizar dessa realidade, fora isso são apenas discursos levianos e eleitoreiros, tem mais, quem tem da influência política, poder e dinheiro não precisa exercer definitivamente do executivo para atrair investimentos para Santiago, basta correr a atrás e usar suas articulações políticas e influencias e trazer tais investimentos, assim todos veriam tais feitos, mas sabemos que mesmo assim não é tarefa fácil, então, ainda sou mais de projetos baseados em capacidades técnicas e com real possibilidade de serem executados.     

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