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sexta-feira, 28 de abril de 2017

Jhonata Almeida: "Pensando Alto"

Buenas!
No “Pensando Alto” de hoje, a primeira parte do relato sobre como obtive meu primeiro prêmio de Truco de 2017...

E o primeiro prêmio de 2017 veio de mano... O 36º do currículo!
Nesse que foi o segundo maior torneio de mano de São Luiz Gonzaga com 33 participantes (o maior deu 48 e eu FUI CAMPEÃO INVICTO), obtive um terceiro lugar muito especial, e que pra mim teve gosto de primeiro. Por quê? Porque tive que fazer "magia" pra premiar: várias vezes joguei "contra o baralho".
Além disso, a história por trás do torneio também foi especial: muitas vezes as pessoas não sabem o que passa um jogador profissional pra poder participar dos eventos. Depois de uma noite em que nem dormi, levantei cansadíssimo às 5h30min (não vou dizer que madruguei porque não preguei o olho) e fui para a rodoviária para pegar o ônibus às 6h30min...Mas estava chovendo. Optei por não levar sacola nem guarda-chuva e cheguei de madrugada na estação já com o primeiro banho de chuva do dia. Peguei o ônibus e tentei dormir, em vão; em dias de torneio, a concentração fala mais alto do que o sono...Sempre foi assim e espero que continue sendo. Chego em São Luiz por volta de 8h30min, sento em uma das poltronas da rodoviária e penso em "definir meu destino": vou pra casa de um dos grandes amigos que lá tenho, o Tonhão. Porém, são várias quadras até lá e a chuva estava apertando...E o Jhonata toma o segundo banho do dia, caminhando de cabeça baixa contra a chuva fina e fria. Mates, conversas, histórias, almoço e mais uma tentativa de dormir, novamente frustrada. Logo depois, meu amigo Viana me dá uma carona até o clube, onde junto com ele arrumo as coisas para esperar os jogadores: baralho, tentos, globo, mesas e cadeiras. Pra encurtar o relato (já longo), começa o torneio e caio contra um rapaz chamado João, de Santo Antônio das Missões. Depois de um primeiro set em que menti muito, venço por 24 a 22 cantando uma flor pra sair (26 de espadas). No segundo set, o rapaz decide me "pescar" com 31 na única vez em que peguei 33...E aí, já viu: 24 a 10. Começo bem o torneio num confronto que provavelmente se eu não fizesse as leituras corretas teria dado "negra". Segunda rodada e caio contra meu querido amigo Viana, que também vencera a primeira rodada: primeiro set parelho até o sexto tento, quando abro 13 a 6; há 3 dadas de carta sem tentear, o Viana me põe uma falta de 11 tentos, de mão. Levanto 28 de bastos, e leio o fato de que ele quer "sair" dos 6. Dou, e ganho. Segundo set parelho até perto do fim e venço por 24 a 18.

No próximo “Pensando Alto”, a segunda parte da história!
Cabeludo
Jhou Batera //

Jhonata Almeida

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