Mercado Melo

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domingo, 20 de novembro de 2016

O caminho de casa

Por mais que eu caminhe 
Meus caminhos sempre me levam de onde eu vim
Assim como a estrada de ferro plantou a capital do pau-ferro
Minha querida Unistalda chão que finquei minhas raízes
No mapa desse Rio Grande e por mais que eu ande
Sempre carrego comigo na garupa da saudade o meu torrão querido
Por que só anda perdido aquele que esquece de onde veio
Mas aquele que teve esteio nunca cai dos arelhos
Sentimento não tem rima apenas nos ensina o caminho de casa
Quando chegar minha hora é lá que quero ficar

Para aqueles que lembrarem de mim nunca esqueçam de onde foi que eu vim.

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