Solar

Solar

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

COLUNA JHONATA ALMEIDA: "Pensando alto"

O amor...
A maioria esmagadora dos seres humanos fala em amor...Que amam, que são amados, que já amaram, que querem amar...
Mas...O que seria o amor?

Qual o conceito, a definição, a explicação ou o exemplo perfeito de amor?
O amor verdadeiro seria aquele entre pais e filhos, que é sempre ilustrado como "pra vida inteira" e "uma ligação inexplicável"?

Mas eu conheço histórias de pais que maltratam filhos e de filhos que maltratam pais...Sendo assim, pelo menos esse amor é subjetivo e não é via de regra pra todos...E aí já cabem questionamentos...Será que o amor entre pais e filhos não é uma mera evolução do conceito de responsabilidade e de afeto? Uma união das lembranças com a intenção de dar o melhor no futuro?
E o amor entre irmãos?

Me parece também extremamente variável...
Não quero levantar polêmicas no sentido de duvidar do amor, mas desejo descobrir o que ele seria realmente, porque esses conceitinhos prontos não resistem a 20 segundos de argumentação...

E aqueles que dizem que o amor não é explicável, que se deve apenas sentir? Na maioria das vezes, me parece que isso é uma preguiça aguda de rever os próprios sentimentos e fazer uma "faxina" emocional em si mesmo...

Mas, após considerar tudo isso, o "amor" que me parece mais curioso é aquele entre homem e mulher, assim, em princípio sem parentesco...Aquele amor que envolve admiração, paixão, desejo, vontades, afetividade, companheirismo, cumplicidade e carinho...Ops...Mas se o amor é esse conjunto de coisas, pra que chamar de amor? Apenas pra resumir?
Ok...Vamos ser um pouco mais flexíveis...
E se o amor for algo realmente inexplicável? Se for algo muito superior, extremamente raro?

Já pensei nisso...Já pensei que muitas pessoas vivem toda a sua vida e não amam de verdade, mesmo achando que amaram...Sabe aquela criaturinha de que a pessoa mais gostou? Pois é... Ela pode achar que era amor, mas talvez não fosse...

Pra mim, a palavra "amor" talvez comece a fazer sentido quando eu a encaro como algo momentâneo...Uma situação, um dia, uma ocasião em especial, em que tu olhas pra pessoa e te dá vontade de expressar o quanto ela te faz bem e o quanto tu gostas de estar com ela...Porém, se é que o amor existe, assim, com um conceito fechado, eu ainda acredito que só existe um na vida...Porque algo desse tipo, tão raro, não há de se repetir...

Por fim, afirmo que prefiro acreditar que o amor seja uma condição constante de fazer o bem, de ser bom com os outros e de acreditar que Deus nos dá recompensas por nosso atos, de acordo com a positividade e com a negatividade deles...

Ok, ok... Podem amar à vontade, até acho que devem...
Mas não se esqueçam de raciocinar, certo?
"Eu nasci com a música dentro de mim...Ela me é tão necessária quanto a comida ou a água" - Ray Charles
Será que eu amo a Música? HAHHAHAHAHAHAHAHAHAH...
Jhou Batera //
Cabeludo

Jhonata Almeida

Nenhum comentário: