Mercado e Açougue Melo

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sábado, 28 de janeiro de 2017

O desarmamento do cidadão de bem foi um tiro no próprio pé do cidadão

Bom, hoje quero abordar um assunto polêmico, a questão do desarmamento em nosso país, vivemos uma guerra das autoridades contra o tráfico e muitos inocentes estão morrendo, e não por armas empunhadas por cidadão de bem, mas sim pelas armas dos bandidos. Agora pergunto a vocês leitores, desde quando bandido precisa de porte de arma para portar uma?
Diante de todo este senário, precisamos sim defender o porte de arma para os cidadãos de bem, precisamos parar de fazer sensacionalismo contra o porte de arma, mas desde que devidamente preparado, o cidadão tem o direito da defesa de sua própria vida e de sua família, sabemos que a única finalidade de uma arma de fogo é matar, mas ai vamos entrar em outra polemica, um veículo também mata, em nosso país o número de mortos no trânsito é muito alto, no entanto é muito fácil, basta ter dinheiro se habilitar e comprar um carro, bom ai entra a questão da arrecadação de imposto que é altíssima, então fica interessante para o governo, e mais uma vez vagabundo não precisa se habilitar para roubar seu carro. Diante deste cenário sem controle da violência no Brasil, temos o direito sim de nos defendermos.  
De acordo com a lei nº 10.826/03 é proibido fazer propaganda de armas de fogo, exceto em publicações especializadas, sob pena de multa de cem a trezentos mil reais, lei sancionada pelo ex-presidente Lula, mas contra carros que passam dos 200km por hora e que também matam, bebidas, enfim, o desarmamento do cidadão de bem foi um tiro no próprio pé.... mas vamos ser sinceros, sensacionalismo contra o porte de arma ai não dá para ficar calado, até mesmo não é o cidadão de bem que está armando os bandidos do país, cidadão de bem não tem fuzil todos sabemos quem e de onde vem este grande número de armas, enfim,  fazer alarde com fatos isolados não muda a realidade...

Hoje o rolo da criminalidade está passando sobre o cidadão de bem sem piedade, na certeza da impunidade e de que o cidadão de bem é vetado ao direito de se defender. 

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